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31/08/2003

Um grande presente
Cat.: Coisas de família

Hoje recebi um presente do meu irmão: uma coleção com umas 80 fotos antigas da nossa família, em arquivos JPG.
E entre tantas, tive muita dificuldade em escolher umas para colocar aqui. Me deu vontade de colocar todas. Aos poucos vou colocando algumas.

Nunca coloquei uma foto minha aqui no blog portanto, para quem não me conhece, aqui estou:



E apresento também, meu pai. Foi a primeira foto que eu abri do presente.
E a que mais me emocionou:



Não reparem a minha cara feia. É que eu sempre tive fotofobia. A luz do sol sempre foi um problema para mim. Até hoje.

E agora, uma foto da minha mãe, comigo e meu irmão, arrumadinhos para ir para a escola, e minha irmã, toda sorridente, no colo dela:



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29/08/2003

Pequenas Mudanças
Cat.: Coisas do Blog

Por motivo de força maior temporariamente, ou talvez definitivamente, retirei os links para outros blogs que ficavam na coluna da direita.

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28/08/2003

Muito
Cat.: Nômade estacionado

Ouvindo Muito:

Uma das peças mais fantásticas que já escutei.

Comendo muito:

Puro. Sem açucar, nem adoçante. Bem azedo.

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24/08/2003

Sedução
Cat.: Coisas estranhas.

Se alguém entrar nesta página encontrará a seguinte mensagem:

"Aguarde, estamos preparando uma página de muita sedução e beleza para você."

Olhando a mensagem só, sem saber do que se trata, o que podemos pensar? Que é um futuro site e*ró*tico? Um site de casas de mas*sage*m? Nada disso. Nada tão depra*vado assim. É só um link que ví em em pacote de prosaicas torradas.

Fiquei me perguntando: Como será a sedução por torradas? Seriam as torradas afrodisíacas? É possivel até imaginar um cara falando com outro no dia seguinte:

"Ontem fui seduzido por uma torrada Linda e gostosa toda vida. Ralei o rapaz todo no farelo, no final ela ficou destruida, mas foi muito bom. Comi ela todinha"

[Atualizando]

Depois de pensar estas besteiras, e não encontrando nenhuma lógica na coisa, vi que eu tinha errado o endereço. O certo era não ter colocado o ".br" no link. Mas teria sido melhor não ter descoberto. O site das torradinhas é horrendo, com uma música de meter medo tocando o tempo todo. Nem coloco o link. Não vale a pena. Melhor comer as torradas afrodísiacas.

[atualizando novamente]

Olhando o site, coloco o link sim. é muito gozado de tão bizarro, para uma empresa de biscoitos. Dá para se divertir um pouco, imaginando que talvez o dono da fábrica seja fã de Star Wars.

[atualizando de novo]

E fica no ar a pergunta: O que será que virá no outro site? Aquele primeiro, lá do inicio do post? com o ".br" no final? O que será que terá "Muita sedução e beleza"?

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23/08/2003

EU???!!!
Cat.: Coisas vindas dos sites de busca.

Eu, meu caro amigo, não fui um deles. Se você foi, eu não posso saber, mas tenho certeza que eu não fui.

Alias, quem são eles? Acho que vou pesquisar no Google.

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Que será que está acontecendo?
Cat.: Duvidando da minha própria sanidade

Marquei um trabalho remoto com um colega lá de Divinópolis, Minas Gerais. Ele ficou de me ligar às 15:00hs para fazermos as coisas.
Quando vi no relógio que já eram 15:50, desconfiei que alguma coisa estava errada, e vi que estava com o celular da empresa desligado por causa da bateria.
Coloquei para carregar e liguei para o chefe dele para pedir que o rapaz entrasse em contato comigo.

Fiquei esperando e ele não ligou.

Desconfiando que o celular estivesse com algum problema de sinal, peguei o meu celular particular e liguei para ele. Em questões de segundos olhei para a televisão e me distrai. O Celular da empresa começa a tocar e eu, pensando que era o rapaz, atendi e fiquei no celular(da empresa): "Alô, Alô?" e nada de resposta.

E só então me dei conta que era a minha própria ligação feita do celular particular.

Ainda bem que eu estava sozinho e ninguém viu a minha "cara de tacho".

Deve ser a idade.

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21/08/2003

"One quiet evening"
Cat.: Pensagens

So I lay here
sat alone one quiet evening
thinking about my mother's words
and when the younger days were mine.
Remembering
when the worlds become too crowded
Some stop think, just stop and think about the things
people do...


2S - 21/07/2002

Foi um noite estranha. Começou mais cedo que o comum, e agitada.
Instalação de um programeto, depois umas rápidas pesquisas sobre alguns assuntos que me interessam. Um Cd gravado. Um passada pelo ponto quase diário, ainda no meio da agitação.

Depois tudo se acalmou. As músicas agitadas deram espaço para músicas mais calmas. Mais "pensativas", e que me fizeram ficar pensando. Em coisas. Coisas sem elos com outras.

Lembranças. De pessoas; de coisas que eu fazia; De coisas que eu dizia. E que talvez doze meses atrás, a esta hora, eu estivesse com um programa de mensagem eletronica ligado, cheio de janelas no desktop, e com isso não estaria pensando em mim, mas em outras pessoas. E hoje estou só pensando no meu umbigo.

Pensando no meu umbigo e em como eu fico calado a noite quando estou viajando. Desde que entro no quarto até o dia seguinte, quase não abro a boca. As vezes eu canto, mas é interessante como, quando não há a possibilidade de reclamação, a vontade de cantar não aparece. E aí fico calado.

E pensando em como eu fico calado, tiro os fones de ouvido e vejo que estão batendo na porta do quarto. Não era comigo. Foi engano do mensageiro do hotel. Um engano que me fez falar um "Tudo bem".

E aí pensei no dia de amanhã. Não no sentido figurado de um futuro distante. Mas no dia 21/08/2003. Nas coisas que tenho que fazer. Em telefonemas que terei que fazer. E em como será uma confusão o final da semana que vem.

E do dia de amanhã passei para o meu calcanhar, só porque apareceu uma reportagem sobre salto alto no Jornal da Globo, que me fez lembrar que o ortopedista que me atendeu, me falou que eu deveria passar a usar um sapato com salto um pouco mais alto, e que desde este dia eu fico olhando para as mulheres na rua, e fico me perguntando como é que elas conseguem ficar em cima daquelas coisas fininhas chamadas salto alto, apesar de saber que não era bem daqueles saltos que o ortopedista falou.

E aí, para exorcisar os pensamentos, resolvo escrever isto aqui.
E percebo que enquanto o sono não chega, .....
E que talvez seja hora de colocar músicas mais agitadas novamente.
Ou então ir dormir.

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20/08/2003

Decoração
Cat.: Mistérios da internet

Já não costumo mais olhar os contadores que tenho na página como olhava antes. Esta atitude faz parte do meu projeto de "desmonte do uso da Internet", mas isso é outro assunto.

Mas ainda dou uma olhadinha de vez em quando, e hoje me surpreendeu um fato: três visitantes diferentes vieram procurando por uma "foto de sofá". Sei que são diferentes pois os IP's são diferentes, bem como os browsers que usaram, e também pelo fato de terem procurado em mecanismos de buscas diferentes em horários completamente diferentes.

Fiquei me perguntando o motivo desta coincidência de pesquisas. Talvez sejam estudantes da um curso de decoração e tenham um trabalho sobre móveis para fazer.

Antigamente, antes desta "maravilha que é a Internet", para fazer um trabalho destes, os estudantes iam até uma loja das Casas Bahia, pegavam catálogos e recortavam fotos de sofás.

Agora usam o Google e são enganados por ele.

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Tatuí
Cat.: Coisas que eu gosto de escutar

Tocando em frente
(Almir Sater/Renato Teixeira)

Ando devagar
porque já tive pressa
E levo esse sorriso
porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe,
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
e as manhãs
O sabor das massas
e das maçãs
É preciso amor
Prá poder pulsar
É preciso paz prá poder sorrir
É preciso chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu sou
Estrada eu vou
Todo mundo ama um dia,
todo mundo chora
Um dia a gente chega
e no outro vai embora
Cada um de nós compõe
A sua própria história
E cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
De ser feliz




Como falei no post abaixo, fui com meu filho na FNAC e ele fez a festa por lá. Comprou vários cd's. Quando fui pagar vi que no meio deles estava um Cd chamado "Ao Vivo em Tatuí" Com Renato Teixeira, Pena Branca e Xavantinho.

Na mesma hora olhei para ele com uma interrogação na testa "????" e ele me falou "Eu gosto". Gravei o CD em MP3 e só escutei ele hoje. Que preciosidade!!! Um ótimo album, com músicas lindas, bem arranjadas, letras belíssimas, e aquele tom do Interior, que um cara como eu, do Rio de Janeiro mas com genes que vieram do interior de Minas Gerais, gosta.

A verdadeira música "caipira" é muito boa. Não aquela coisa que os "New Caipiras" milionários cantam. Pena que exista muito preconceito com ela. No início de uma das músicas do album o próprio Renato Teixeira fala deste preconceito. Ele até fez uma música sobre este assunto chamada "Rapaz Caipira" que é mais ou menos assim:

Qui m'importa, qui m'importa
O seu preconceito
qui m'importa...
Você diz que eu
sou muito esquisito
E eu às vezes sinto a sua ira
Mas na verdade
assim é que eu fui feito
É só o jeito
de um rapaz caipira
Qui m'importa...


Que deve ser cantada com um reforço no "Porta" daquele jeito bem característico do Interior.

[Um recado para o Meu irmão]

Cláudio: A versão de Romaria deste CD é muito bonita. Depois te mostro. Acho que você vai gostar dela.

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18/08/2003

O verdadeiro dinossauro do Rock
Cat: (de)Efeitos especiais

Sábado passado fui com meu filho mais velho na FNAC do Barrashopping. Logo na entrada vimos uma oferta de um dvd do Rick Wakeman - Journey to the Centre of the Earth, em um concerto gravado no dia 04 de Fevereiro de 1975 no Sidney Meyer Music Bowl, Austrália.

Como o meu filho, por incrivel que pareça para um rapaz de 17 anos, gosta do "Viagem ao centro da Terra" e eu tenho ótima lembranças da minha adolescência ao ouvir este Dinossauro, compramos o disco (ele falou que vai rachar a conta comigo, mas isso é outra história).

Pois bem. Ao chegar em casa, fui assistir ao DVD. Claro que não é lá grande coisa em termos de recursos, mas foi impossível não dar boas gargalhadas quando, na parte da música chamada "The Battle" - A parte que mais gosto desta obra, onde é narrada a batalha de dois dinossauros em um oceano subterrâneo - ver surgir isso:



Um Dinossauro inflável!!! E ele recebe um destaque enorme do pessoal que editou as imagens, com direito a closes:



Claro que temos que dar o desconto de ser um concerto que foi realizado a quase trinta anos atrás, mas realmente foi hilário perceber que se preocuparam com detalhes como um corte "sangrento" na barriga do bicho para indicar que ele tinha participado da batalha:



Como o meu filho tinha ido para a casa da avó, eu assisti ao DVD sozinho, mas posso imaginar a cara que ele fez ao ver este boneco horripilante.
Horripilante em todos os sentidos!!

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Contos
Cat.: Coisas que gosto de ler

Comprei hoje no aeroporto o livro "Pai e Filho, Filho e Pai" do escritor gaúcho Moacyr Scliar. A única coisa que eu tinha lido dele foi um pequeno livro que ele escreveu para a revista Superinteressante falando do Judaísmo. Como gostei do que eu havia lido antes, comprei este livro, ainda mais por ser um livro de contos. Contos curtos, de duas ou três páginas, do jeito que eu gosto de ler em avião. E gostei bastante deste. Alguns contos mais divertidos, outros mais densos, mas todos muito bons.

Enquanto escuto umas músicas novas, escrevo aqui vai um dos contos:

O Assassino Malgré-Lui
Moacir Scliar

Cara de bandido, foi o que ele pensou quando entrou no elevador, e de fato o homem - alto, gordo, grande bigodee olhinhos apertados - era realmente mal-encarado. Mas uma viagem de elevador, ainda que fosse aquela uma viagem relativamente longa, do décimo-oitavo até o térreo, representa apenas uma convivência temporária e portanto tolerável, de modo que ele se colocou num canto, entre duas outras pessoas, e adotou aquele semblante impassível adequado para tais locais.

Mas o homem não tirava os olhos dele. Mais: mirava-o como se o conhecesse. O que o inquietou: seria alguém que ele deveria ter cumprimentado, ou mesmo dirigido a palavra, ao menos para comentar o tempo, o calor excessivo do fim do ano? Péssimo fisionomista, cometia freqüentemente gafes deste tipo, ofendendo até pessoas a quem devia obrigações. O Fato, porém, é que não se lembrava do sujeito. Que - surpresa ainda maior, e mais alarmante - acabou lhe dirigindo a palavra:

- E o cara?

Oh, Deus, mas aquela era realmente uma pergunta difícil. Cara? Que cara? Evidentemente tratava-se de alguém que ambos conheciam - mas ele não tinha a menor idéia de quem se tratava. Felizmente, ou infelizmente, o homem resolveu prosseguir com o diálogo:

- Continua incomodando, o cara?

O que devia responder? Que não, que o cara não estava incomodando? Que sim, que o cara continuava um pé no saco? Em dúvida, e cada vez mais embaraçado (e até perturbado), resolveu optar por uma resposta neutra, uma resposta para conversa de elevador:

- Mais ou menos.

A reação do homem foi extraordinária. Fechou a cara, seus olhos relampejaram com um brilho maligno:

- Mais ou menos? - rosnou, baixinho. - Mais ou menos? Não. De jeito nenhum. Este cara não podia mais estar incomodando nada. Eu avisei: cara, você não pode mais incomodar, cara, você tem de ficar quieto.

Bufou:

- Mas ele não perde por esperar. Não perde mesmo.

Chegaram ao térreo. As portas se abriram, os outros passageiros saíram. Ele ia sair também, mas o homem o segurou pelo braço:

- Aquele não vai incomodar mais ninguém. Pode ter certeza.

E se foi: saiu do prédio, misturou-se à multidão no centro da cidade, sumiu.

Ele ficou ali, parado, imóvel.

Sabia que sua vida tinha mudado. De agora em diante teria de ler todos os jornais, assistir a todos os noticiários de tevê. Teria de examinar todas as fotos de cadáveres encontrados em terrenos baldios, em encruzilhadas de estradas, em casas abandonadas, em hotéis de quinta categoria. E teria de se repetir, mil vezes, dez mil vezes, a pergunta: é esse o cara que não incomoda mais?

É dura a vida do assassino de aluguel. Mas é muito mais dura, complicada e enigmática a vida do assassino involuntário.

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Idiotices aéreas
Cat.: Observações (ou diário de um Nômade)

Hoje não fui um dos primeiros a entrar no avião, como eu gosto. Nem consegui um lugar do lado direito como também gosto, muito menos no fundo do avião.

Logo ao entrar já vi que tinha um senhor sentado no corredor, a cadeira do meio estava livre, bem como a minha janela. Um dos meus receios aéreos não está relacionado ao ato de voar, mas chegar no meu lugar e encontrar alguém sentado. Nem sempre estas coisas se resolvem facilmente. Depende do idiota que está sentado lá. Por isso gosto de ser um dos primeiros. Assim eu serei o idiota que não vai sair do lugar, pois afinal cheguei primeiro.

Mas não é nenhuma das minhas idiotices que quero deixar registrado.

Me sentei, peguei meu livro, e enquanto entrava o resto do pessoal, vi o senhor do meu lado levantar meio agitado, preocupado com seu notebook, pois um cara, na tentativa de colocar o "malão" dele, saiu empurrando os pertences do senhor. Ele sentou novamente e me falou "Tem gente que é tão idiota! Acha que o mundo é deles e dane-se os outros". Não tinha como eu não concordar com ele.

Não se passaram dois minutos quando, no corredor ao nosso lado, dois outros idiotas começaram a conversar no meio do corredor, atravancando todo o fluxo de pessoas que ainda estavam entrando. E um deles ainda fezia cara feia para quem reclamava!! E novo comentário do senhor "Tá vendo? O que foi que te falei?". Novamente, não pude discordar do senhor.

Já estava até simpatizando com ele, afinal ele verbalizou coisas que eu normalmente penso, quando, os comissários de bordo chegaram para entregar o serviço de bordo, ele arranjou uma "quizumba" com um comissário. Não sei direito o motivo, pois enfiei a cara no livro, para não sobrar para mim. Mas falou alto, mandou chamar a comissária chefe de equipe, pediu para formalizar uma reclamação contra o rapaz. Maior "Auê". E eu só na minha.

Quando percebi que ele sossegou, e que ia começar a falar comigo sobre o assunto, e que desta vez eu não podiria concordar com ele, coloquei o fone de ouvido, fechei os olhos e acabei dormindo.

Na saida, ele levantou, e notei que todo mundo atrás dele estava rindo dele.

Conclusão que tiro disso tudo: Todos somos idotas. Em maior ou menor grau.

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15/08/2003

Apagão
Cat.: Cores

Foto do apagao lá no extremo norte

Foto que ilustra a página do jornal O Globo, sobre o apagão lá nos EUA.
Como gostei das cores, roubei.

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14/08/2003

Direita, Esquerda
Cat.: Manias de um nômade

O TC, deixou um comentário falando que meu problema do calcanhar é de DNA - Data de Nascimento Antiga. Eu discordo neste caso. O Problema no calcanhar é fruto diretamente do peso mesmo. E por falar no calcanhar, já está melhor com o anti-inflamatório.

Mas se o calcanhar não é resultado do DNA, outras coisas são. As manias. Elas estão ficando piores com o tempo.

Um exemplo: Sempre tive a mania de pegar um lugar no lado direito do avião. mas tinha uma justificativa: Quando se levanta vôo do Santos Dumont, geralmente é do lado direito que a vista é mais bonita. E mesmo quando eu saia de outro aeroporto, sempre pedia um lugar no lado Direito. Mas agora não posso mais. Com a fusão da Varig com a TAM, o lado direito é reservado para os passageiros que compraram passagem pela TAM.

E a mania pelo lado direito no avião tem um correspondente nos hoteis, mas em sentido contrário. Sempre tento conseguir um quarto onde a cama esteja colocada no lado esquerdo de quem entra no quarto. E para esta mania eu não tenho nenhuma justificativa que não seja pura mania de velho mesmo.

E esta semana, no hotel que estou, não consegui um quarto com esta disposição, e não estou me entendendo com a cama. Estou dormindo mal para caramba e ninguém me tira da cabeça que é por causa da posição da cama. Até tentei dormir com os pés voltados para a cabeceira da cama mas não deu certo.

Isso sim é coisa de DNA.

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Escutando agora
Cat.: Para quem gosta, estas duas versões estão ótimas

Gravedigger
By: Dave Matthews

Cyrus Jones 1810 to 1913,
made his great grandchildren believe you could live to 100 and 3
a 100 and 3, is forever when you're just a little kid so
Cyrus Jones lived forever
Gravedigger
when you dig my grave
could you make it shallow
so that I can feel the rain
Gravedigger

Muriel Stonewall 1903 to 1954,
she lost both of her babies in the second great war
now you should never have to watch your only children lowered in the ground
I mean you should
never have to bury your own babies
Gravedigger
when you dig my grave
could you make it shallow
so that I can feel the rain
Gravedigger

Ring around the Rosy
Pocket full of posies
ashes to ashes
we all fall down

Gravedigger
when you dig my grave
could you make it shallow
so that I can feel the rain
oh Gravedigger

Little Mikey Parsons, 67 to 75
He rode his bike like the devil until the day he died
when he grows up he wants to be Mr. Vertigo on the flying trapeze
oh, 1940 to 1992

Gravedigger
when you dig my grave
could you make it shallow
so that I can feel the rain
Gravedigger

when you dig my grave
could you make it shallow
so that I can feel the rain
I can feel the rain
I can feel the rain
Gravedigger

Gravedigger
when you dig my grave
could you make it shallow
so that I can feel the rain
Gravedigger
...
Gravedigger

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10/08/2003

Um dia dos pais não muito bom
Cat.: Diário

Não foi um bom domingo, não por causa das crianças que não tiveram nada com isso, afinal recebi as saudações normais, e até um beijo a contragosto do mais velho.

O problema foi com o meu calcanhar direito. Quase não consigo sair da cama por causa dele. Ao colocar o pé no chão e tentar me levantar, quase caí de dor. Sentei na beira da cama e fiquei tentando me "acostumar" com a dor, forçando devagar o pé no chão.

Percebi logo que uma calcificação que eu tenho na inserção do tendão de aquiles no calcanhar voltou a fazer das suas. O ortopedista que me atendeu a meses atrás me avisou que isso podia acontecer. Ontem, quando fui na casa da minha mãe, já tinha surgido uma pequena pontada, mas não esperava que ela fosse ficar pior tão rápido.

Passei a manhã numa clínica ortopédica, com o meu filho mais velho de companhia. E depois passei a tarde toda estiradão tentando não andar muito. Já ia até dormir mais cedo hoje, mas resolvi deixar anotado aqui este evento médico, enquanto estou com o pé numa bolsa de gelo esperando terminar os vinte minutos regulamentares.

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07/08/2003

Uma dúvida que não quer calar
Cat.: Pensamentos tolos

Uma pessoa, de nome Augusto Bezerra, Deixou uma pergunta no "Livro de visitas", que tem um link ali do lado esquerdo:

"Você é um idiota completo ou um completo idiota?"

E agora estou com esta pergunta na cabeça. Não sei o que responder, pois qualquer uma das duas opções me parece bem adequada.
De qualquer forma, gostaria de agradecer a ele por ter me dado alguma coisa no que pensar enquanto vejo TV.

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Dia 07/08
Cat.: Pessoal e familiar

Hoje é dia do aniversário da minha mãe.
E comecei o dia ligando para ela. Gostaria de ter ido a sua casa, mas tive que viajar.
Mas Sábado vou direto do aeroporto para a casa dela.

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06/08/2003

Só estou jogando um pouco
Cat.: Dizendo o que estou fazendo

Como estou no Rio esta semana (só até amanhã na hora do almoço), estou tentando não usar muito a internet. Afinal sempre chega a conta telefônica.
E como comprei novamente no sábado o Jogo que tinham me roubado, estou desenferrujando os neurônios que cuidam de jogos de estratégia, jogando todos os dias. É ótimo para "desestressar" depois de um dia chato.

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